Blog do Mauro Beting

Visão de jogo. Liverpool 3 x 2 PSG.
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Mauro Beting

O pressing e a intensidade do Liverpool de Klopp são mesmo de tirar o fôlego. Em 10 minutos em Anfield o time inglês poderia ter feito os 3 gols que mereceu fazer na grande vitória sobre o campeão francês. Mas só marcaria mesmo aos 29, quando Sturridge fez de cabeça o gol que Robertson jogou na cabeça dela, na desatenção de Kimpembe e na bola que passou por sobre Thiago Silva. Mais do que merecido. Como seria o segundo em pênalti bem executado por Milner.

Meunier ainda diminuiu no final do primeiro tempo em gol que eu teria anulado pela bicicleta furada de Cavani (em posição de impedimento) que atrapalhou Van Dijk na disputa de bola. Na segunda etapa, Tuchel voltou a usar Neymar como meia-atacante atrás de Mbappé e Cavani, ainda com Marquinhos na sobra entre os zagueiros, para liberar Meunier e Bernat como alas (o que já ocorria desde o início). Nem assim fluiu o jogo francês. O 4-3-3 ofensivo do Liverpool seguiu dando as caras e as cartas que o gol de bola roubada por Draxler que Neymar serviu a Mbappé pareceu injusto.

Mas havia ainda tempo para Firmino entrar e fazer belo gol que tanto mereceu por começar fora o jogo por conta da lesão no olho esquerdo na disputa de bola com Verthongen contra o Tottenham. O atacante brasileiro entrou para refazer bela história de um Liverpool que parece mais encorpado e com mais opções no banco do que em 2018. Contra um PSG que ainda precisa de mais coisas nem sempre visíveis aos olhos de comuns como nós.


Me$$$i. Barcelona 4 x 0 PSV
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Mauro Beting

O PSV não merecia ser derrotado por 4 a 0. Mas o Barcelona mereceu demais  a goleada por ter Messi em seu oitavo hat-trick na Liga (um a mais que outro monstro como CR7). O 10 fez aos 30 o golaço de falta indefensável para Zoet num jogo que só então o Barça realmente criava e dominava, depois de três ótimos contragolpes dos velozes pontas do 4-3-3 de Van Bommel. O campeão holandês soube negar espaços e ainda infligir, até o segundo tempo, uma série de ataques perigosos. Ao menos três vezes na etapa final os atacantes de um já mais desgastado PSV chegaram no mano a mano.

Mas as finalizações não foram preciosas como as catalãs. Como o golaço de Dembelé, que não vinha tão bem como nos outros 5 jogos da temporada 100% blaugrana. Numa só puxada de bola de costas ele passou por dois rivais e tocou fora do alcance do goleiro. Naqueles lances típicos de Coutinho, que também foi bem, jogando na de Iniesta. Logo em seguida, aos 31, saiu outro belo gol. que Rakitic ofertou a Messi tocar de bate-pronto impressionante. Lindo como a enfiada aos 46 de Suárez para Messi finalizar de pé direito.

O Barcelona ainda tem questões em aberto no sistema defensivo e pode e deve explorar mais Arthur.

Mas Messi parece a fim de muito jogo e muita Liga.

Daí…


Boca do túnel é como boca de urna: voto é secreto.
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Mauro Beting

A Democracia Corinthiana fazia quem torce o nariz contra o Timão torcer pelo movimento que em 1982-83 foi muito além dos muros do Parque São Jorge. Palavra de um dos poucos entrevistados não-alvinegros do obrigatório documentário de Pedro Asbeg – DEMOCRACIA EM PRETO E BRANCO.

A importância esportiva, política, social e cultural daquele processo daquele timaço é das mais belas conquistas do futebol brasileiro. Era uma ação consentida e apoiada pela direção do clube. Em um momento de final de regime militar que o movimento corajosamente combatia, logo depois vestindo o amarelo das Diretas-Já em 1984. Sem amarelar.

(Como a direção do clube se manifestou em 2011 com uma faixa #ForçaLula levada pelos atletas para o ex-presidente que se recuperava de câncer na laringe. Lula que é torcedor fanático e conselheiro alvinegro. E não era candidato a nada).

Defendo sempre a manifestação política. Seja ela de boa luta ou de péssimo luto.

Mas o proselitismo eleitoral (que é diferente do político) dentro do campo do jogo é absolutamente proibido pela regra do jogo. E precisa mesmo ser assim. Mesmo se o Divino disser que vota a favor da Madre Teresa, Dalai Lama, Gandhi e Ursinhos Carinhosos – não pode. Nenhum jogador com a camisa do clube e do patrocinador pode declarar voto em Luke Skywalker contra Imperador Palpatine.

Pode mandar ''força'' a quem foi esfaqueado na barbárie política que transformamos este país que discute política e torce por partidos e distorce por candidato. Dedicar um gol a ele pode. Dizer que ele será o presidente também pode.

Mas pode na mesma rede social que Felipe Melo poderia ter usado para pedir desculpas pela expulsão contra o Cerro. Na mesma que também declarou em 2017 o voto a quem dedicou o belo gol na Bahia. Na mesma em que disse que era para dar “pau nos vagabundos” que pacificamente protestavam no Dia do Trabalho.

Manifestação política não é só o pato que a gente paga na Paulista ou o mico que a gente prega em nome de QIs de ostra ou de práticas de molusco.

Manifestação política é panfletagem ética do cidadão. É um gesto de fair-play. É uma atitude corajosa. É um posicionamento firme. É a defesa do que parece certo. É o ataque ao que parece errado.

Mas a eleitoral (que não é a mesma coisa que a política) tem um foro adequado – não privilegiado.

A regra do jogo precisa coibi-la em nome de qualquer tipo de jogada.

Quem tem coragem de erguer um punho contra o racismo, o braço pela democracia, o brado contra a tortura pode ser até repreendido. Advertido. Expulso. Mas conquistou algo muito além do esporte.

Declarar voto com a camisa do meu time não pode. Mesmo se votasse para o meu candidato. E não pode não por votar em quem não voto. Não pode porque boca de urna tem que ser como boca fechada: não entra mosquito. E nem eles sobrevoam.

Voto é secreto.

A continuar assim, Tadeu Schimidt poderia criar um quadro no Fantástico na linha do pedir música quando faz três gols: quem fizer um gol pede voto para o seu candidato.

Pode falar em quem vai votar. Na rede social. Não a trabalho com a camisa do nosso clube. Se você acha um “cerceamento da liberdade de expressão” proibir um atleta de fazer campanha eleitoral para um candidato (ainda que se recuperando de uma facada) , não reclame se um professor fizer campanha eleitoral na sala de aula.

Que fizesse Felipe Melo o que fez Lucas Moura: abriu o voto em rede social e debateu a respeito com a democracia e a tolerância que todos queremos.


Saudades. Santos 0 x 0 São Paulo.
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Mauro Beting

ARTE: MILTON TRAJANO

Rodrygo teve a bola do San-São depois de se livrar da hesitação de Arboleda mas jogou à esquerda de Sidão. Era o gol que seria mais justo ao time que mais o buscou e melhor jogou na primeira etapa, antes de o São Paulo equilibrar a segunda etapa, mesmo sem o lesionado Everton, e com uma postura muito defensiva pelo esquema com três na zaga muito atrás e os alas muito presos.

Mas só é injusto mesmo o placar quando há erro de arbitragem. Aquela mão na bola de Rojas na primeira etapa foi causada pelo empurrão de Dodô. Segue o jogo. No mais, uma vez mais, não foi o melhor jogo com o melhor futebol. Nenê e Diego Souza não estão bem como já estiveram. É o que temos. E ainda assim tínhamos na Vila Belmiro um candidato forte ao título e outro que reencontrou o jogo com Cuca.

É muito pouco para tanta história. Como é demais o que se reclama da arbitragem no Brasil. O santista pode lembrar aquele contragolpe que a arbitragem castrou no Mineirão contra o Cruzeiro. Pode protestar contra lance parecido no final do clássico. Mas a bola ainda estava perto da área santista. Era o caso para tanta raiva acumulada?

Compreendo o torcedor. Mas o profissional do futebol, ainda que no calor do jogo, precisa ser mais responsável. Todo momento jogar tudo pra cota da arbitragem não pode. Todo momento pedir VAR pra impedimento, falta no meio-campo, amarelo e até arremesso lateral só não é risível porque não tem mesmo graça.


Melhor que a encomenda. Bahia 1 x 1 Palmeiras.
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Mauro Beting

O Bahia vinha jogando melhor que os resultados. O Palmeiras vinha conseguindo placares melhores que suas atuações. Desta vez o Bahia jogou muito mais nos primeiros 20 minutos, fez 1 a 0 com Gilberto em belo lance de Ramires, seguiu melhor do que o Palmeiras que só tinha Weverton, Felipe Melo, Bruno Henrique e Borja de titulares. Mas o time de Enderson tirou o pé do acelerador na metade final da primeira etapa. O time de Paulo Turra tirou o pé da forma e nada fez.

Na volta pro segundo tempo, o Bahia fez ainda menos. Nenhum lance perigoso para Weverton. Não que o Palmeiras tenha feito muito melhor. Como meia pela direita e pela esquerda n0 4-2-3-1, Jean não funcionou mais uma vez. Aos 15, com Dudu, as coisas começaram e melhorar pelos cantos, e mais ainda quando Willian entrou no lugar de Hyoran (outro que, como Lucas Lima e Borja, ajudaram o Palmeiras a ter sua pior atuação com Felipão).

O jogo se arrastava sem chances até Dudu bater um escanteio pela direita para bela cabeçada de Felipe Melo, empatando por 1 a 1 um jogo que não merecia mais do que um empate sem gols e sem futebol.

Foram apenas três chegadas perigosas baianas e duas paulistas. É quase nada. Não pode ser só isso o futebol brasileiro.


No tranco. Vasco 1 x 1 Flamengo
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Mauro Beting

A imagem da ambulância empurrada pelo gramado do mais lindo e caro estádio brasileiro na capital federal é a do clássico carioca. O dos milhões da história. O dos bilhões mal gastos no estádio. O das sérias restrições orçamentárias atuais no Vasco, e dos investimentos que ainda não renderam no Flamengo.

Ainda assim um bom e surpreendente jogo. Sobretudo pela atuação vascaína. Valentim enfim teve uma semana para treinar e ajustou a equipe em algo parecido a um 4-3-1-2. Com Ríos entrando em diagonal para se juntar a Maxi López. Fabrício e Raul saindo como interiores para criar e fazendo o Vasco melhor e mais objetivo na primeira etapa.

Na segunda etapa, mais do mesmo do Flamengo. Bola no pé, passes a esmo, e muitos cruzamentos. Um deles porém deu gol. Pará levantou meio que de qualquer jeito, e os três centroavantes que só marcaram três gols desde a Copa agora têm menor aproveitamento que Luiz Gustavo, que num peixinho infeliz fez gol contra.

Quando o Flamengo tinha acabado de perder Diego expulso, e o Vasco ainda parecia mais consistente, embora já definhando fisicamente, saiu o empate. Resultado merecido pelo Flamengo pelas boas mexidas de Barbieri, com Arão e Berrio, e Paquetá mais à frente.

Bom jogo. Intenso. Mas as duas equipes saíram no prejuízo com o que deixaram de pontuar em Brasília, pelo que andam devendo na tabela.


Tecnologia é ótima, mas precisa ler manual de instrução antes de ligar
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Mauro Beting

O problema será sempre de quem aperta o botão, não da máquina. Até porque não é ela que tem parafusos a menos. Somos nós. Alguns até com porcas a mais – meu caso.

Mas não este. Independente da decisão tomada no lance capital de Palmeiras 0 x 1 Cruzeiro (a falta que eu não marcaria de Edu Dracena em Fábio e que pode ser marcada porque a regra precisa ser interpretada), o árbitro Wagner Reway errou ao já apitar a definição do lance – e, desse modo, inviabilizar o uso do VAR.

Errou por já “julgar o caso em última instância” e não ouvir o colegiado, digamos assim. Mas o ato dele não pareceu premeditado e mal intencionado. Foi consequência natural de anos apitando para evitar discussão – embora, no caso, tenha criado ainda mais por isso, ao não seguir a clara recomendação de ofício quando se tem VAR.

Foi um reflexo natural. Faltou condicionamento. Atenção. O que é ainda mais natural em final de partida.

O que não pode ser natural é a campanha contra o VAR por má utilização. Ou por esquecê-lo dentro da caixa, ainda embrulhado.

O pacote é bom. O produto é ótimo. Mas precisamos sempre ler o manual de instrução antes. A SmartTv é melhor que a nossa velha valvulada. Não é porque não conseguimos configurar a rede Wi-Fi que ela não presta.

É preciso ter calma. E, claro, um profissional que saiba usar a tecnologia. E não jogue o controle remoto fora no primeiro botão mal acionado.


Não saiu do zero. Flamengo 0 x 0 Corinthians
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Mauro Beting

Ficar com 76% da bola não é normal. Em um clássico decisivo entre dois gigantes, menos ainda. Sobretudo se o time que menos jogou e só chegou duas vezes com perigo na primeira etapa é o atual campeão do Brasil.

Ficar 76% com ela e finalizar 23 vezes é muito. Mas acaba sendo mais uma vez pouco para um time mesmo assim pouco criativo e efetivo. Com ótimos jogadores devendo como Diego. Com até três centroavantes perdendo todos os lances possíveis. Os impossíveis, mais uma vez, sobram para Cássio salvar.

Só é impossível conceber e não tem salvação o comentário de Jair Ventura que não viu o seu goleiro fazer as defesas que fez, e viu um bom jogo que o Corinthians mais uma vez não jogou. Entendo as precauções defensivas para o momento alvinegro e o jogo no

RIo contra o Flamengo. Mas não é o Corinthians do turno do BR-17 descrito por seu treinador. Como o Flamengo não é mesmo a equipe até a parada da Copa.

Decisão segue aberta.


Favorito é outro. Palmeiras 0 x 1 Cruzeiro.
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Mauro Beting

Não é qualquer time que sofre um ataque como o que Fábio impediu de Borja em mais uma das tantas defesas importantes que faz e, na sequência, desarma Dudu e, numa troca de 9 passes, depois de 11 segundos, acaba dentro da meta do afobado Weverton, encerrando jejum de 11 jogos sem gol de Barcos.

Esse é o Cruzeiro bem trabalhado e planejado por Mano principalmente fora de casa. Quando executou Santos e Flamengo e, depois, não soube administrar o empate que servia. Mas se classificou perdendo gols e jogos. Desta vez, fez 1 a 0 bonito aos 5, aproveitando botes errados e a desorganização defensiva no lance do Palmeiras que só tinha levado dois gols com Felipão. Teve o time azul mais um bom contragolpe no lance que lesionou Arrascaeta, no final do primeiro tempo que já controlava pelo nervosismo paulista. E, também por isso, não chegou mais.

O Cruzeiro na etapa final deu a bola e o campo ao Palmeiras que não pareceu sentir o gol precoce aos 5 e criou quatro lances até os 13 iniciais. Depois se perdeu nos erros individuais de uma jornada ruim inusitada para o que esse elenco vinha correspondendo. Ainda assim teve seis chances até o final do jogo. Uma delas doada por Egídio, que só não fez golaço contra porque Fábio é monstro.

Mas até ele falha. Aos 52, só errou bem menos que o árbitro Wagner Reway. Numa bola levantada na base do bumba-meu-porco à área celeste, Fábio se atrapalhou com os próprios zagueiros numa disputa sem falta com Edu Dracena. A bola escapou e Antonio Carlos só não empatou porque antes de a bola entrar, o afobado e desatento árbitro esqueceu a recomendação de deixar o lance fluir e, na dúvida, acionar ou ser alertado pelo VAR. Reway já marcou a falta inexistente antes da finalização de Antonio Carlos e impediu o auxílio da tecnologia ao parar antes o lance. Palmeiras duplamente prejudicado num só lance. Como havia sido no Derby por duas falhas da arbitragem, quando um pênalti em Deyverson foi seguido por outro em Marcos Rocha também não marcado.

O Cruzeiro que sofre no BR-18 com cinco lances de gol mal anulados, desta vez foi beneficiado no final – como o árbitro fizera no finalzinho do jogo contra o Santos no Mineirão. Para não se complicar em lance polêmico, optou pela defesa para evitar perigo de gol, e foi atacado por todos os lados pelo erro grave. Não houve carga de Dracena e nem o braço esticado dele pode ser interpretado como falta.

A irritação pelo lance parecida com a que levou Edilson expulso aos 35 pode ser o combustível verde para a dura volta em Belo Horizonte. Onde o Cruzeiro perdeu seus últimos confrontos. É mesmo assim saiu ileso.

Segue aberta a disputa. Mas o favoritismo trocou de lado.


Flamengo 3 x 1 Corinthians em apenas quatro disputas mata-mata na história
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Mauro Beting

Marcelinho Carioca ainda era Flamengo na Supercopa de 1991, contra o Corinthians que foi campeão com Márcio, no Morumbi vazio

As maiores torcidas do Brasil não tiveram tantos confrontos decisivos na história. O primeiro que valeu título foi no Rio-São Paulo de 1961. Mas valeu caneco pro Flamengo, não vice pro Corinthians, no quadrangular final, na vitória por 2 a 0 no Maracanã. Show de Dida para alegria do pequeno Arthur que viu naquela tarde o primeiro título dos muitos que ele ajudaria a ganhar quando virou Zico.

Ele já não estava em campo (jogava pela Udinese) no primeiro mata-mata, em 1984, pelas quartas-de-final do Brasileiro. No Rio, Flamengo 2 x 0. Na volta, no Morumbi, o Corinthians precisava vencer por três gols de diferença. E deu um show goleando por 4 a 1, em grande tarde de Sócrates e Casagrande.

Na primeira Copa do Brasil, em 1989, o Flamengo saiu na frente no confronto, vencendo por 2 a 0. No Pacaembu, Neto fez gol olímpico. Zico empatou. O Corinthians fez mais três, mas, faltando dois minutos, levou o gol de Júnior que classifico o Rubro-Negro pelo gol qualificado.

Na Supercopa Brasileira de 1991, em jogo único no Morumbi para menos de 5 mil pessoas, o Corinthians campeão brasileiro de 1990 venceu o Flamengo campeão da Copa do Brasil de 1990. Gol de Neto.

Desde então só dá Flamengo nos mata-matas. No Rio-São Paulo de 1997, 3 a 0 Flamengo no Maracanã. Corinthians venceu apenas por 2 a 0 em São Paulo e foi eliminado nas quartas, no Morumbi.

O gol qualificado também fez a diferença nas oitavas da Libertadores de 2010. O Corinthians tinha a melhor campanha da fase de grupos. O Flamengo, a pior entre os classificados. No Maracanã, como sempre no primeiro jogo no confronto no Rio, 1 a 0 Flamengo. Na volta, no Pacaembu, 2 a 1 Corinthians. Flamengo classificado.

Nos mata-matas, 3 a 1 Flamengo. O Corinthians venceu apenas o primeiro,, no BR-84.