Blog do Mauro Beting

Já que está assim, vamos mudar o nome do Mané Garrincha para João Havelange?
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Mauro Beting

É ironia, gente. Triste. Deplorável. Mas é. 
Assim como o Engenhão deixou de ser João Havelange para merecidamente ser batizado com o nome da Enciclopédia Nilton Santos, pelo que foi feito no belíssimo estádio de Brasília, melhor seria não conspurcar o mito Mané Garrincha. Pode chamar de João Havelange, mesmo, o estádio que deveria custar R$ 690 milhões, e saiu, no final das contas que não fecham, a bagatela de R$ 1,575 bilhão. 
Uns 900 a mais. Normal. Dinheiro que não veio do BNDES, mas na Terracap, estatal condenada desde o parto. Básico. Tanto quanto Arruda e Agnelo serem abutres em pelo de agnelos. 
O problema não é só agora superfaturarem as prisões dos ex-governantes. É eles terem sido eleitos. Há muito se sabia do potencial desses caras. Da capacidade do que faziam na capital da República, com o capital dos munícipes do Distrito Federá. 

Não é só Arruda e Angelo. Quem os financia. Quem locupleta. É o louco que elege. Que deixa. Que larga. Que lava. Que leva. 


Pouco, mas suficiente. São Paulo 2 x 0 Avaí.
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Mauro Beting

Lugano não é mais aquele. Mas como Maicon não tem sido aquilo tudo que foi pago, e Lucão não tem tido moral no Morumbi, Lugano se superou. Fez do jogo contra o frágil Avaí uma decisão e ajudou o São Paulo a vencer com dois bonitos gols. O de Pratto aos 10, e o de Luiz Araújo, em grande jogada, aos 45. 

Rogério até tentou atacar. Até demais. Quando perdeu Thiago Mendes, apostou em Tomaz, aberto, e recuou Cícero para tentar cercar. O time perdeu fluência. Não pegou como vinha marcado. E se tivesse um rival mais qualificado, poderia ter se complicado. 
Fez o justo. O possível. Mas ainda é pouco. É São Paulo. E se pode esperar mais de quem tem os jogadores que tem. E o elenco que Ceni pode escalar. 
Veja a análise de Gustavo Roman


#NuncaCriticado. Vitória 0 x 1 Corinthians. 
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Mauro Beting

André Ranieri, grande colega de Jovem Pan, detectou que a hashtag #NuncaCritiquei virou trending topic mundial pouco depois do gol de Jô. Não pelo artilheiro dos clássicos em 2017. Mas pelo autor da bela enfiada: Marquinhos Gabriel. 
O meia pelos lados que rodou muito até brilhar no Santos de 2015. Até começar bem no Corinthians de 2016. Até sumir e ser esquecido até o belo passe que garantiu ótima vitória na Bahia contra o rubro-negro. 

Se ele vai ser redescoberto pela enésima vez, aguardemos jogos dos próximos capítulos. Sempre com boas perspectivas corintianas, preocupantes para o time baiano. Carille tem arrumado resultados melhores que a encomenda. E que o próprio desempenho. Vai que Marquinhos Gabriel se redescobre como o próprio Jadson-15. Ou até Renato Augusto daquela safra. 

Ele não é melhor que os dois. Mas vai que…

Como destacou na TT o renomeado Messinho Gabriel: ''Entrou bem esse Marquinhos Gabriel na estreia, parece bom jogador''. 

É por aí. 


Festa em São Januário. Vasco 2 x 1 Bahia. 
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Mauro Beting

O jogo que DAVID TAVARES viu

Venceu. Mostrou mais uma vez o Vasco que Mateus em breve honrará ainda mais o sobrenome Vital em uma equipe que precisa ser rejuvenescida. Elenco que sofre demais com lesões.  Torcedor que há quase 10 anos mais tem se decepcionado que outra coisa. 

Não era o Bahia completo. Mas é time bem armado por Guto Ferreira. Foi o Luís Fabiano do gol 400. Artilheiro que merece o respeito que o Vasco vai tentando reconquistar. 


Asa verde. Chapecoense 1 x 0 Palmeiras.
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Mauro Beting

Empate contra o campeão paulista em Itaquera. No meio do caminho uma vitória espetacular na Argentina. No sábado, resultado merecido e justo contra o campeão brasileiro. Ainda que só a camisa vencedora tenha visitado Santa Catarina. Nem a calça vinho foi. 

Cuca optou pelos reservas. Talvez até demais. Equipes reservas não têm aquele entrosamento. Mas poderiam ter muito mais bola do que o futebol apresentado. Ou ao menos mais disposição. 

O Palmeiras tem o maior e melhor elenco do Brasil. Mas não é tudo isso. Ou tudo aquilo que alguns jogadores parecem pensar. 
Mas se ainda fosse Eduardo o treinador, não sobraria pedra abaixo de pedregulho


BR-93. Corinthians 2 x 2 Vitória. Textoteipe. 
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Mauro Beting

ESCREVE GUSTAVO ROMAN



                                                           

Sejam bem-vindos a mais uma viagem no tempo. Desta vez, vamos até o ano de 1993, relembrar mais um jogo histórico para o aquecimento da rodada. Dessa vez, vamos lembrar um Vitória e Corinthians inesquecível para os torcedores do rubro-negro baiano.

                                                            

Primeira Fase



Naquela oportunidade, o campeonato foi disputado por 32 clubes. No Grupo A estavam Corinthians, São Paulo, Flamengo, Cruzeiro, Inter, Bragantino, Bahia e Botafogo. No B, Palmeiras, Santos, Guarani, Grêmio, Vasco, Sport, Fluminense e Atlético-MGT. Eles se enfrentaram em turno e returno , dentro da própria chave. Os três primeiros estariam classificados para a fase semifinal.

O regulamento dos grupos C e D era o mesmo. A exceção é que apenas os dois primeiros de cada chave avançariam à fase seguinte. Lá, se enfrentariam em um playoff pra ver quais seriam o dois clubes na fase semifinal. No Grupo C estavam Vitória, Remo, Paysandu, Náutico, Ceará, Santa Cruz, Goiás e Fortaleza. No D, Portuguesa, Paraná, União São João, Criciúma, América-MG, Coritiba, Atlético-PR e Desportiva.

Corinthians, São Paulo, Flamengo, Palmeiras, Santos e Guarani avançaram direto para a fase semifinal. No playoff dos grupos C e D, o Vitória eliminou o Paraná e o Remo passou pela Portuguesa.

                                                           Fase Semifinal

Os oito clubes foram divididos em dois grupos de quatro. Todos se enfrentariam em turno e returno , dentro de suas chaves. O vencedor de cada grupo decidiria o título. Na chave E ficaram Corinthians, Flamengo, Vitória e Santos. Na F, Palmeiras, São Paulo, Remo e Guarani.

No grupo F, deu Palmeiras, que depois conquistaria o título. Vamos focar, no entanto na disputa do grupo E. Na penúltima rodada, o Vitória liderava com seis pontos. O Corinthians tinha quatro. Santos e Flamengo, três.

Portanto, o Timão precisava derrotar o rubro- negro baiano no Morumbi para entrar na última rodada em igualdade de condições e dependendo apenas de si próprio. Um triunfo do time baiano já garantiria a sua vaga na decisão do campeonato. E um empate lhe deixaria a mais uma igualdade de chegar a grande final. Era praticamente uma semifinal do campeonato brasileiro. Vamos acompanhar e relembrar esse confronto histórico.


                                                     Ficha do Jogo


                                                     Corinthians 2×2 Vitória


Data: 05/12/93 

 Local: Morumbi 

Árbitro: Márcio Resende de Freitas

Cartões Vermelhos: Embu e Renato Martins. 

Gols: Roberto Cavalo, aos 7, Pichetti, aos 10 e Rivaldo, aos 41 do 1 tempo. Henrique, aos 11 do 2 tempo. 

Corinthians: Ronaldo, Luis Carlos Winck, Embu, Henrique e Leandro Silva; Zé Elias, Ezequiel (Leto), Tupãzinho e Válber; Viola e Rivaldo. Técnico: Mário Sérgio

Vitória: Dida, Rodrigo, China (Evandro), João Marcelo e Renato Martins; Gil Sergipano, Roberto Cavalo e Paulo Isidoro (Dourado); Alex Alves, Claudinho e Pichetti. Técnico: Fito Neves. 



                                                     O jogo



O time baiano não se intimidou com o Morumbi cheio. Aos sete, Roberto Cavalo cobrou falta de longe. O árbitro Márcio Resende de Freitas marcou uma falta em dois lances. Roberto Cavalo cobrou. A bola bateu na mão de Ronaldo e entrou no ângulo superior direito. Um lance confuso mas que deu a vantagem ao rubro-negro. Um a zero. O goleiro corintiano não percebeu que a falta era tiro livre indireto. Não fosse tão bom, não teria alcançando a bela falta de Cavalo. 



Não deu nem tempo de se recuperar. Aos 10, Rivaldo cabeceou para trás. A bola sobrou para Pichetti, que avançou e bateu forte, sem chance para o goleiro. Vitória dois a zero. E o Corinthians parecia completamente atordoado.


Sem alternativa, o Timão se lançou com tudo à frente. E dava espaços para bons contra ataques do Vitória. Com um pouco mais de capricho nas finalizações, o time baiano poderia ter aumentado ainda mais a sua vantagem e decidir a partida.


Taticamente, o Timão estava num 4-2-3-1. Ezequiel e Zé Elias eram os volantes. Tupãzinho na direita. Válber centralizado. Rivaldo na esquerda. E Viola no comando do ataque. O Vitória se postava num 4-3-3. Gil Sergipano era o cabeça de área mais fixo. Roberto Cavalo, o que saia mais pro jogo. Paulo Isidoro armava por dentro. No ataque, Alex Alves na direita. Pichetti na esquerda e Claudinho na referência.

O jogo e o Corinthians estavam nervosos. O time pouco criava e se perdia. Aos 30, Válber se envolveu em confusão com o médico do Vitória. Pouco antes, Viola deixou o braço no peito do zagueiro China. A temperatura que já era quente subia ainda mais.

Mesmo sem merecer, o Timão descontou ainda na primeira etapa. Viola brigou com a zaga baiana. A bola subiu. Viola ganhou de novo e cabeceou para o meio da área. Rivaldo dominou, matou no peito e soltou a bomba. Sem chance de defesa para Dida. Vitória dois a um. A etapa final ia pegar fogo.


                                                               Segundo Tempo


Como era esperado, o Timão voltou tentando sufocar o Vitória. Marcava na frente, por pressão e arriscava os tiros de longa distância. Rivaldo, Tupãzinho e Zé Elias arriscaram e testaram o jovem Dida. Além disso, Mario Sérgio inverteu os laterais de lado. Leandro Silva foi para a direita e Luis Carlos Winck para a esquerda.


Aos 11, Luis Carlos cobrou falta justamente da esquerda. Henrique subiu mais que todo mundo e testou firme. A bola bateu na trave e entrou. A partida estava empatada. Dois a dois.

Aos 13, Fito Neves tirou o zagueiro China que mancava desde o recomeço do jogo e colocou em campo Evandro, outro defensor. Em seguida, mexeu de novo. Saiu Paulo Isidoro e entrou o volante Dourado. Era o Vitória buscando se defender e garantir o empate.

Aos 17, Renato Martins deu uma pegada em Viola por trás e foi expulso pelo árbitro Márcio Resende de Freitas. Aos 20, Rivaldo foi à linha de fundo pela esquerda e cruzou rasteiro. Viola, de carrinho, desviou para fora e perdeu ótima chance de colocar o Corinthians na frente.

Aos 26, Mario Sérgio tratou de fazer o seu time ser ainda mais ofensivo. Tirou Ezequiel e colocou Leto em campo. Um volante por um meia. Contudo, faltava criatividade ao time paulista. O Vitória se segurava como podia. E a atuação do zagueiro João Marcelo era de gala. Ele cortava todos os cruzamentos. Por cima ou por baixo.

Aos 40, Embu foi expulso pelo árbitro depois de dar uma chegada mais forte em Alex Alves, a essa altura o único atacante do rubro-negro da boa terra. Na cobrança da falta, Roberto Cavalo soltou uma bomba que explodiu na trave esquerda de Ronaldo e ressaltou para longe.

O Corinthians ainda tentou uma pressão final. Mas o heroico Vitória resistiu e não sucumbiu. Placar final, dois a dois. Na última rodada, o timão foi a Vila Belmiro e bateu o Santos, por dois a um, mantendo suas chances de ser finalista. Mas no Maracanã, o Vitória empatou com o Flamengo por um a um, gol de Roberto Cavalo e se classificou para a decisão do Campeonato Brasileiro de 1993. A melhor campanha da história do rubro-negro baiano. Na final, deu Palmeiras. Mas pouco importava, o Vitória “matador de gigantes” e que revelou grandes jogadores nessa campanha já tinha escrito seu nome na história.

 

                                     

 

 ESCREVEU GUSTAVO ROMAN


Vanderlei do ex. Santos 1 x 0 Coritiba. 
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Mauro Beting

Gabriel, meu caçula, quando o ótimo goleiro santista (que já merecia ter na Seleção ao menos uma das chances doadas a outros) defendeu o pênalti de Alecsandro, não perdoou. É a lei do ex de Vanderlei. Um punhado de grandes defesas em algumas das 22 finalizações de um Coritiba que merecia melhor sorte na Vila. Bem armado, com bons lances pelos lados, o Coxa foi bem. 

O Santos, de novo, só pode celebrar o placar. Como aconteceu na Bolívia, pode e deve celebrar muito mais os pontos conquistados que o desempenho. Lá ainda havia a altitude e um a menos injustamente. Desta vez, e mais uma vez, uma impressionante queda técnica e individual. Claro que Dorival Júnior tem responsabilidade. Mas não só ele. 


Tite convoca para amistosos na Austrália 
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Mauro Beting

GOLEIROS –
Diego Alves seria meu titular há muito tempo. 
Ederson merece estar na Copa. 
Weverton é um dos quatro ou cinco que podem lutar pela reserva do reserva. Alisson tem mais potencial que ele e, por ser titular do Tite, está fora da lista. Mas estaria na minha. 

LATERAIS DIREITOS –
Fabinho tem atuado muito bem como volante. E pode seguir lutando pela reserva de Daniel Alves. Levaria ele e não o ótimo Rafinha. 
Fagner é outro de nível de Seleção. 

ZAGUEIROS-DIREITOS – Thiago Silva ainda paga pelo que deixou de fazer ou fez. Mas tem de estar sempre entre os zagueiros de qualquer equipe. 
Geromel é mais zagueiro do que Gil. Questão de gosto pessoal. Mas Tite, além de conhecer muito futebol, conhece demais Gil. Escolha natural. 
ZAGUEIROS-ESQUERDOS – Rodrigo Caio, apesar da má fase do São Paulo, tem rodagem e versatilidade. 
Jemerson merecia mais chances desde o Atlético Mineiro. Em grande fase, pode sonhar com a Copa, sim. 
David Luiz merece mais uma chance. Pelo que já jogou. Pelo que está jogando na linha de cinco defensiva do Chelsea campeão. 

LATERAIS-ESQUERDOS – Filipe Luís vive a melhor fase da carreira. Primeira opção ao poupado Marcelo. 
Alex Sandro, idem. Está jogando tanto, e marcando melhor, que não seria absurdo estar na lista da Copa de 2018. 

VOLANTES –

Fernandinho é resgate necessário que Tite tem feito. Tem jogado muito bem, e até de lateral se vira. Sem Casemiro, é boa opção. 

Walace seguiria sendo convocado no meu time. Mesmo com Caio como opção. Na minha lista seria a opção a Rodriguinho, que vive o melhor momento na carreira, mas que eu ainda não levaria para esta seleção. 

Paulinho é a melhor revelação de Tite. Merece a titularidade. 
MEIAS-CENTRAIS –
Giuliano é outro achado de Tite. Pela versatilidade, e confiança do treinador, com tantos desfalques, merece mais uma oportunidade. 

Renato Augusto. Já jogou mais. Mas merece a titularidade. 

Lucas Lima, sem o lesionado Diego, é outro que merece mais uma chance. 

MEIAS PELOS LADOS – 

P.Coutinho é titular absoluto. 

Willian segue reserva absoluto. 

Dudu tem atuado muito bem e é mais versátil que Taison. Um que Tite tão bem conhece e tem jogado bem na Europa. 

Douglas Costa. Não teve a melhor temporada. Mas é nome certo entre os 23 da Copa

ATACANTES –
Gabriel Jesus é titular absoluto. 

Fred tem sido o melhor atacante brasileiro. E é mais centroavante que Diego Souza – enquanto Firmino segue poupado. 

No frigir das bolas, eu trocaria:
FABINHO X RAFINHA

GEROMEL X GIL

WALACE X RODRIGUINHO 

DUDU X TAISON

FRED X DIEGO SOUZA 


Pimpão & Lindoso. Botafogo 1 x 0 Atlético Nacional. 
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Mauro Beting

Não é dupla caipira. Mas se entenderam como tal no gol da classificação alvinegra na Libertadores, aos 5 finais, em bela enfiada do segundo para a incursão e o tiro cruzado do primeiro. 
Pimpão & Lindoso, de fato, parecem nome de dupla de palhaços. Atchim & Espirro. Quais mais? Não lembro. Amo humor. Não necessariamente palhaços. Sei lá. Questão de gosto. Como tem gente que não gosta desse Botafogo de Ventura. Jornada alvinegra que respeito demais. 

Era time para brigar para não cair. Foi pra Libertadores. É elenco para se esfalfar pelas quatro partidas a mais na pré-temporada abreviada. Segue se superando. Com combinações como a do gol da dupla de nome e futebol inusitado contra o multicampeão da América. Com apoio em campo e fora dele da Arena Nilton Santos. Dando ao time do Botafogo a guarida para saber jogar cada partida como se fosse o primeiro, não o último jogo. 
Um dos tantos méritos da equipe é esse. Parece sempre que está debutando. Mas no melhor sentido. Não é pelo noviciado. É pela juventude. Frescor. Tesão de fazer a coisa bem feita. 

E o time está fazendo muito bem. Propondo ou reagindo, o Botafogo não dá bola aos seus limites. 

Veja a análise de GUSTAVO ROMAN