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Geraldinos. O filme.

Mauro Beting

28/04/2016 12h45

  

"Geraldinos" em cartaz. Um espaço que foi pro céu. 

O filme de Pedro Asbeg mostra a vida de quem não via os jogos no Maracanã. A visão de quem não enxergava o jogo. Mas de quem sabia mais dos suores, sabores e saberes do jogo que muitos arquibaldos de então. Ou tribunos dos camarotes de hoje. 

O documentário é uma delicia. Romântico sem ser piegas ou pueril. Jornalístico sem ser panfletário. 

Leva para dentro da história quem a viveu. Remonta e recorda ídolos e ícones como Zico e Romário. Discute o que foi e o que está virando a arena que ainda não virou. Ao som da britadeira da obra. Pra não dizer de alguns picaretas paus mandados de todas as manobras. 
Vá ao cinema ver ou rever um romance de irrealidade fantástica. Emoções quase tão grandes, do tamanho do Maracanã, como aquelas de subir os degraus e ver lá de cima o maior do mundo. Ou melhor. Mais que ver o jogo, o mais importante era ser visto. 

Ou ainda melhor. Estar presente. O que mais vale para o torcedor. Ainda mais aquele que tem uma paixão que não tem preço. Nem dinheiro para pagar o ingresso mais caro.

Sobre o Autor

Mauro Beting é comentarista do Esporte Interativo e da rádio Jovem Pan, blogueiro do UOL, comentarista do videogame PES desde 2010. Escreveu 17 livros, e dirigiu três documentários para cinema e TV. Curador do Museu da Seleção Brasileira, um dos curadores do Museu Pelé. Trabalhou nos jornais Folha da Tarde, Agora S.Paulo e Lance!, nas rádios Gazeta, Trianon e Bandeirantes, nas TVs Gazeta, Sportv, Band, PSN, Cultura, Record, Bandsports, Foxsports, nos portais PSN, Americaonline e Yahoo!, e colaborou nas revistas Placar, Trivela e Fut! Lance. Está na imprensa esportiva há 28 anos por ser torcedor há 52. Torce por um jornalismo sério, mas corneta o jornalista que se leva muito a sério

Sobre o Blog

O blog fala, vê, ouve, conta, canta, comenta, corneta, critica, sorri, chora, come, bebe, sofre, sua e vive o nosso futebol. Quem vive de passado é quem tem história para contar. Ele tem a pretensão de dar reload no que ouvi e li e vi e fazer a tabelinha entre passado e presente para dar um toque no futuro.

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