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Blog do Mauro Beting

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Difícil. Talleres 2 x 0 São Paulo

Mauro Beting

07/02/2019 00h50

Os times brasileiros quando jogam contra os argentinos, seja quais forem os brasileiros, seja quais forem os argentinos, costumam bobear como Pablo, aos 17 minutos, deixando o cotovelo no rival. Querem ser mais homens quando precisam apenas mais jogadores.

Como foi o São Paulo tricampeão da América. Jogando bola. Na bola. Criando mais chances do que o Tricolor em Córdoba. Foram quatro em 90 minutos. As quatro em lances de bola parada. Duas delas em arremessos laterais de Reinaldo. Três no primeiro tempo em que o Talleres só teve um tiro longo à esquerda de Volpi.

Com Nene e Everton abertos e Pablo centralizado, o São Paulo atuou no 4-3-3. Hudson (bem) e Hernanes (discreto) pelos lados, Jucilei na cabeça da área. Criou mais chance. E tinha o jogo controlado até o golaço de Ramirez, aos 16 da segunda etapa, num belo chute de fora da área entre três tricolores. Aquele tiro que só um time instável e em fase difícil sofre. Como seria o segundo no final do jogo. Quando Willian Farias e o desgastado Jucilei assistiram à bela tabela que deu no gol. Foram apenas três chances do Talleres. Suficientes para deixar o São Paulo numa situação delicada. E Jardine, enquanto escrevo, mais ainda.

Sobre o Autor

Mauro Beting é comentarista do Esporte Interativo e da rádio Jovem Pan, blogueiro do UOL, comentarista do videogame PES desde 2010. Escreveu 17 livros, e dirigiu três documentários para cinema e TV. Curador do Museu da Seleção Brasileira, um dos curadores do Museu Pelé. Trabalhou nos jornais Folha da Tarde, Agora S.Paulo e Lance!, nas rádios Gazeta, Trianon e Bandeirantes, nas TVs Gazeta, Sportv, Band, PSN, Cultura, Record, Bandsports, Foxsports, nos portais PSN, Americaonline e Yahoo!, e colaborou nas revistas Placar, Trivela e Fut! Lance. Está na imprensa esportiva há 28 anos por ser torcedor há 52. Torce por um jornalismo sério, mas corneta o jornalista que se leva muito a sério

Sobre o Blog

O blog fala, vê, ouve, conta, canta, comenta, corneta, critica, sorri, chora, come, bebe, sofre, sua e vive o nosso futebol. Quem vive de passado é quem tem história para contar. Ele tem a pretensão de dar reload no que ouvi e li e vi e fazer a tabelinha entre passado e presente para dar um toque no futuro.

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